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Por que empresas em expansão estão adotando o modelo de Revenue Operations
Empreender nunca foi simples. Mas, nos últimos anos, ficou ainda mais desafiador crescer de forma consistente. Muitas empresas conseguem vender, conquistar clientes e até escalar por um tempo. Mas, em algum ponto, o crescimento trava. A receita oscila, os processos se tornam confusos e as decisões passam a ser tomadas mais no instinto do que em dados. Esse cenário é comum entre empresas empreendedoras que crescem rápido, mas sem estrutura. E é exatamente nesse momento que um
Victória Conceição
4 de fev.4 min de leitura


Inteligência Artificial aplicada às vendas: como aumentar a margem de lucro sem vender mais barato
Imagine a seguinte cena: seu time de vendas trabalha duro, os leads entram, algumas vendas acontecem… mas, no fim do mês, a margem continua apertada. Você vende, mas sente que está sempre correndo atrás do próprio rabo. Se isso soa familiar, a boa notícia é que o problema pode não estar no volume de vendas, e sim na forma como elas são conduzidas . É exatamente aqui que a inteligência artificial aplicada às vendas deixa de ser tendência e passa a ser vantagem competitiva rea
Victória Conceição
20 de jan.4 min de leitura


Outbound não é spam, só se for mal feito
Por que os mitos sobre outbound persistem? Quando o assunto é vendas B2B, especialmente em mercados de tecnologia e serviços complexos, um dos debates mais intensos é: “Outbound ainda funciona?” Muitos gestores respondem com dois extremos: ou elevam o outbound como salvador da receita imediata , ou o desprezam como algo intrusivo e ineficiente. A verdade, porém, está no meio do caminho: outbound só vira spam quando não é estratégico, personalizado e orientado a dados . O que
Victória Conceição
19 de jan.3 min de leitura


Tendências para 2026: quando dados, inteligência artificial e vendas passam a falar a mesma língua
Não é que vender ficou impossível. Vender ficou exigente. Em 2026, o mercado não perdoa operações desconectadas, decisões no escuro e times que ainda tratam marketing, vendas e atendimento como universos separados. O cliente mudou, e mudou rápido. Ele pesquisa sozinho, conversa por vários canais, compara experiências, espera respostas imediatas e decide com base em confiança, clareza e relevância. Esse comportamento aparece no e‑commerce, no B2B, no varejo e até nos pequenos
Victória Conceição
8 de jan.4 min de leitura
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